Medicina Nuclear Voltar

A Medicina Nuclear é uma especialidade médica que emprega materiais radioativos com finalidade diagnóstica e terapêutica. O setor de Medicina Nuclear da São Carlos é coordenado pelo Dr. Carlos Fuser e funciona 24 horas por dia. Possui uma equipe multidisciplinar e especializada de 15 profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, físicos e técnicos nucleares. Seu moderno centro de exames agiliza o diagnóstico e proporciona conforto e tranquilidade aos pacientes.

O serviço conta ainda com uma Unidade de Terapia Radioisotópica (UTR), com cinco suítes de isolamento para pacientes em tratamento com substâncias que emitem radiação. Essas substâncias localizam seletivamente tumores e neles se depositam, eliminando os tecidos doentes. A UTR atende a rígidas normas de radioproteção determinadas pela CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear) e é equipada com camas elétricas, televisão, DVD e acesso à internet.

Diagnósticos por Imagem

PET/CT

A São Carlos possui um dos mais modernos equipamentos para diagnósticos por imagem, o PET/CT, união entre a Tomografia por Emissão de Pósitrons e a Tomografia Computadorizada. O PET/CT investiga tumores com mais precisão, rapidez e menor exposição do paciente à radioatividade. O equipamento utiliza os recursos diagnósticos da Medicina Nuclear e da Radiologia e sobrepõe as imagens metabólicas (PET) às imagens anatômicas (CT), produzindo assim uma imagem de localização tridimensional.

Gama Câmara

Outro método de diagnóstico de imagem é o exame realizado pela Gama Câmara. No equipamento, são feitas as cintilografias – que utilizam substâncias radioativas para analisar diversos órgãos e tecidos do corpo humano.

Clique aqui para acessar todos os tipos de cintilografias realizadas pelo departamento de Medicina Nuclear da São Carlos.

Unidade de Tratamento Radioisotópico – UTR

A São Carlos possui o maior centro de tratamento com radioisótopos do Rio de Janeiro. A Unidade de Tratamento Radioisotópico possui cinco quartos terapêuticos licenciados pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), projetados para oferecer aos pacientes conforto e segurança.

Conceitualmente, o objetivo das terapias com radioisótopos é administrar substâncias que localizem seletivamente tumores e neles se depositem, emitindo radiação e eliminando estes tecidos.

Entre os tratamentos radiosotópicos mais utilizados estão a Iodoterapia, para complemento das cirurgias de câncer da tireoide, Samário 153 para metástases ósseas, MIBG-I131 para tumores da crista neural (neuroblastoma, feocromocitoma, paragangliom, entre outros) e Lutécio Octeotrato 177 para pacientes com tumores neuroendócrinos.

Clique aqui e saiba mais sobre a Iodoterapia e todos os tratamentos da UTR.